segunda-feira, 29 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Várias vezes já pensei em acabar com este blog depois que criei o minutoyoga.blogspot.com. Afinal, não tenho tanto assunto assim, mas às vezes acontece uma vontade de postar aqui alguma coisa que me chama a atenção, que me faz sorrir... E, como eu amo roupa, muitas vezes é isso o que me faz sorrir: roupa! Tenho o hábito de folhear revistas de moda e a cada página me propor a escolher apenas um look. Foi bem difícil escolher só 5 do desfile do belga Dries Van Noten Primavera 2010...


Não foi desta vez que eu disse adeus ao coisasdefrozina...


Não foi desta vez que eu disse adeus ao coisasdefrozina...
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O trailer do filme que ainda não vi...
O idioma que ainda não estudei... "Acossado", do "modesto" diretor Jean-Luc Godard
terça-feira, 29 de junho de 2010
De vez em quando podia ser assim
Se fosse sempre, perderia-se o elemento surpresa. Isso aconteceu numa manhã de segunda-feira, na estação central de trem em Antuérpia (Bélgica). As pessoas estavam ali, cumprindo seu caminho quando, de repente, ouviram a voz de Julie Andrews no alto-falante. Os bailarinos foram entrando e começando a dançar e preencheram o ambiente e os olhos dos passantes...
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Dica
Vale a pena! A Casa da Rússia fica na rua Aspicuelta, 300, na Vila Madalena, em São Paulo (tel. (11) 3032-0332.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Filme bom nem sempre é filme que a gente gosta... Claro que tudo é uma questão de leitura particular, mas geralmente quando eu acho um filme bom eu gosto dele, quando acho ruim, não gosto dele. Mas assistir a um filme, achar ele bom e não gostar dele é raro pra mim... "Se Nada Mais Der Certo", de José Eduardo Belmonte, teve esse efeito diferente. Elenco de primeira, fotografia bonita, boa trilha, pitadas de ironia, sensibilidade. Mas não gostei. Ok. Não gostar é questão de gosto, não de qualidade do material. Não sei bem se não gostei do filme ou do discurso dos personagens, as eternas vítimas do sistema, os eternos gênios incompreendidos... Ó, dúvida cruel! Então, talvez eu tenha gostado do filme...
terça-feira, 13 de abril de 2010
Coisa fina
De vez em quando acontece... A gente chega na locadora pra pegar um DVD e olha a capinha com um pouco de receio, mesmo assim lê a sinopse. A sinopse diz que foi o maior fracasso da vida do cineasta...Francis Ford Coppola. Você não acredita e o marido lembra: "O Coppola fez muita M... também..." Você recua. Mas, detalhe, a sinopse avisa no fim que nem crítica nem público entenderam o filme (de 1982), talvez o melhor da carreira do diretor. Você resiste mais um pouco, desconfia, mas não resiste quando vê que a trilha é assinada pelo Tom Waits e que o filme tem no elenco a Nastassja Kinski (onde ela foi parar?) e o Raul Julia. "Então vamos levar, vai", concluem os dois de comum acordo.
Você começa a assistir a O Fundo do Coração com certa displicência, que vai sumindo pouco a pouco. A música não é apenas uma trilha, mas um comentário (em geral debochado) do que acontece ao casal protagonista, que está em crise e se separando. Quanse no fim do filme, a certa altura o cara tenta recuperar a mulher (que tinha saído de casa e estava saindo com outro). Ele reclama e diz que "esse cara chique não tem nada a ver com você". Ela retruca dizendo que o outro "ao menos canta pra mim". E ele diz: "Mas eu não sei cantar. Se eu soubesse, eu cantaria pra você!"
Maravilhoso, surpreendente o "maior fracasso da carreira de Francis Ford Coppola"...
Você começa a assistir a O Fundo do Coração com certa displicência, que vai sumindo pouco a pouco. A música não é apenas uma trilha, mas um comentário (em geral debochado) do que acontece ao casal protagonista, que está em crise e se separando. Quanse no fim do filme, a certa altura o cara tenta recuperar a mulher (que tinha saído de casa e estava saindo com outro). Ele reclama e diz que "esse cara chique não tem nada a ver com você". Ela retruca dizendo que o outro "ao menos canta pra mim". E ele diz: "Mas eu não sei cantar. Se eu soubesse, eu cantaria pra você!"
Maravilhoso, surpreendente o "maior fracasso da carreira de Francis Ford Coppola"...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Infância
segunda-feira, 5 de abril de 2010
"Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero."
Trecho de "Passagem das Horas", de Álvaro de Campos
terça-feira, 23 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
O lugar de cada coisa
Interessante, incômodo, fofo, diferente, tudo isso ao mesmo tempo. Assim é o filme A Garota Ideal, de Craig Gillespie. Na verdade não consigo "classificá-lo", ele fica num espaço "estranho" dentro do meu chip... Engraçado como precisamos (ou sou só eu?) de arquivos pra ir colocando as experiências, as coisas, enfim, pra que cada coisa fique no seu "devido" lugar. E as coisas (muitas) que ficam sem lugar próprio? Onde a gente coloca?
Este filme me causou um desconforto parecido com aquele do sapato que aperta a bolha do dedinho insistentemente, mesmo com o inútil Band-Aid estando lá. E me fez pensar no inclassificável nosso de cada dia...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
23
Todo dia 23 eles se lembravam do início (se bem que, a rigor, o início mesmo foi num certo 24 de junho). Quer dizer, às vezes um, às vezes outro se esquecia... Para ela não se tratava de recordar como era bom no começo, tampouco para ele, imaginava ela. Tratava-se sim de perceber a sintonia fina que existia entre os dois, de o quanto haviam construído juntos e o quanto iriam construir. Porém, naquele 23 ela acordou diferente depois da conversa que tiveram ao telefone na noite anterior (sim, eles se falavam sempre ao telefone quando longe). Parece que o nível de cumplicidade aumentara muitos graus e ela foi acometida por uma profunda sensação de completude. Ele, que discorrera sobre algumas descobertas importantes, lhe parecia tão cheio de luz quanto possível. Enquanto ela caminhava sentindo o sol esturricando os ombros, pensou: "Amor é isso".
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
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